sexta-feira, 23 de março de 2007

MEIO AS BRUMAS DO ABANDONO...


MEIO AS BRUMAS DO ABANDONO,

QUÃO INTENSA ANSIEDADE

-CAINDO FOLHAS DE OUTONO -

NOS REENCONTROS DA SAUDADE.

(Do livro Cantares, 2a. edição, 1998)
(Considerando o direito do poeta de fazer ou não fazer as junções que julgar adequadas, sugiro a seguinte a leitura técnica:
mei/o as/ bru/mas/ do a/ban/do/no
quão/in/ten/sa an/si/ e / da /de
ca/in/do/ fo/ lhas/ de ou/ to/ no
nos/ re en/ con/ tros / da/ sau/ da / de.

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